Serviços
O que eu faço?
Projetos, construções, reformas… de residências, lojas, apartamentos.
O que eu prefiro fazer?
Há algo imaterial que se chama estilo, não somos nós que escolhemos isso como se faz com outras coisas, só a soma dos anos determina quem tem ou não. Alguns têm, outros não, eu tenho, e dentro dele não importa o que seja, tudo é desafio. Mas não faço experimentações com o dinheiro alheio.
Qual é o primeiro passo?
Primeiro escuto o que as pessoas querem, o que sonharam, o que precisam. Pergunto a elas quanto querem gastar, ou quanto podem gastar, e lhes digo no ato, não no dia seguinte ou um mês depois, o que podemos fazer.
Conheço bem minha profissão e tenho o que mostrar. Pra cada dinheiro cabe uma história. Posso fazer muito sofisticado ou muito simples; se não pode ser tão grande, pode ser bela e bem feita, que dure, e principalmente dê prazer aos que vão viver nela.
O que é fazer diferente?
A maioria dos arquitetos não têm noção de estruturas, de elétrica etc. Se tenho uma cabeça que voa, tenho um peso nas pernas que me puxa pro chão, porque também sou engenheiro civil e normalmente não preciso de outro — não fiz até hoje escada que se bate a cabeça, nem paredes que andam, obras têm que cumprir sua função básica independentemente de outras coisas.
Tenho um estilo que denominam de pós-moderno, porque talvez não tenha outro nome. Sou eclético, muito democrático, trabalho com materiais usuais e inusuais, reciclados, orgânicos, ou não, dependendo da proposta, mas preciso gostar do que faço ou não vejo sentido no meu trabalho.
O que é fácil, é o que não é?
No grafite, na bic, no Mac, em 2D, 3D, é fácil, por mais complexa que seja a proposta, o terreno, as pessoas.
Mas quando sai do Cad, do papel, começa a verdadeira encrenca. E é essa encrenca transformadora que vai fazer no futuro o papel não ter mais importância. Mas pra isso, não podendo fazer com as próprias mãos, tenho que contar com profissionais e não profissionais, e esse é o desafio maior — chegar ao resultado.
Poucos são os que se aventuraram construir e não passaram por maus momentos. Não creio que nos meus projetos tenha causado isso às pessoas, às quais, na grande maioria, tenho contato até hoje depois de muitos anos. Importa o conhecimento do que se faz, e seriedade e caráter é o mínimo que se exige de ambas as partes.
Como eu faço?
Uma vez contratado, segue-se uma rotina praticamente igual:
- os anteprojetos até que se chegue a um entendimento.
- a execução das plantas legais e burocracia pública das aprovações.
- a execução das plantas necessárias: implantação, fundação, estrutura, elétrica, hidráulica e todos os detalhes que forem necessários.
Grandes ou pequenas obras, empreiteiros avulsos ou construtoras, há casos que são necessárias mais plantas, outros não. Há obras que só fiscalizo, outras que faço a administração e o acompanhamento muito próximo.
O fazer pode ser de muitas maneiras diferentes, com dinheiros diferentes, pra mim têm sempre a mesma importância.
