<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Paulo Vilela &#187; efetividade</title>
	<atom:link href="http://www.paulovilela.com.br/tag/efetividade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.paulovilela.com.br</link>
	<description>Arquiteto Pós-moderno</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 21:45:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.1</generator>
		<item>
		<title>VERGONHA</title>
		<link>http://www.paulovilela.com.br/vergonha/</link>
		<comments>http://www.paulovilela.com.br/vergonha/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 01:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulovilela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[caráter]]></category>
		<category><![CDATA[efetividade]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[problema social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.paulovilela.com.br/?p=732</guid>
		<description><![CDATA[O filme holandês premiado com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro – CARÁTER, e  O HOMEM MAU DORME BEM, de Akira kurosawa, têm roteiros muito distintos, mas sub-repticiamente têm algo em comum, ambos falam sobre o conviver com culpas e não-culpas. O primeiro fala de um homem que tenta reconquistar uma mulher que é “caráter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme holandês premiado com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro – CARÁTER, e  <a title="Homem mau dorme bem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Homem_Mau_Dorme_bem" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Homem_Mau_Dorme_bem?referer=');">O HOMEM MAU DORME BEM</a>, de <a title="Akira Kurosawa" href="http://www.uesb.br/janela/diretores_ver.asp?cod=10" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.uesb.br/janela/diretores_ver.asp?cod=10&amp;referer=');">Akira kurosawa</a>, têm roteiros muito distintos, mas sub-repticiamente têm algo em comum, ambos falam sobre o conviver com culpas e não-culpas. O primeiro fala de um homem que tenta reconquistar uma mulher que é “caráter antes de tudo&#8221;, e que não o perdôa; o segundo, mostra um homem que troca de identidade com um amigo pra se aproximar do assassino do pai, homem sem escrúpulos, e fazer justiça com as próprias mãos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a title="Erasmo de Roterda" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Erasmo_de_Roterd%C3%A3o" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Erasmo_de_Roterd_C3_A3o?referer=');">Erasmo de Roterdã</a> no seu Elogio À Loucura</span>, diz que dores de amores cada qual sente à sua maneira, um pode não perdoar, outro nem ligar, outro ainda chegar ao extremo de matar os envolvidos e a si mesmo, porque isso varia com a formação do indivíduo, tipo de sociedade etc., mas uma pedrada na cabeça dói igual a qualquer um, e a dor de uma pedrada não gera culpas no atingido.</p>
<p>Não deve haver mesmo nesse mundo alguém sem defeitos, mas há coisas que não se perdoa em nenhuma sociedade, coisas que não dependem da estrutura social, como matar sem motivo, roubar de quem nada tem, humilhar pessoas seja pelo aspecto cultural ou econômico, maltratar animais indefesos, lesar a pátria com negócios escusos pra benefício próprio, se passar por outra pessoa pra ter o reconhecimento que não pode ter.</p>
<p>O indivíduo armado vai roubar&#8230; e rouba, depois, sem nenhuma adversidade, olha pro cara e dá um “tec”. O que se pode pensar sobre a personalidade de um tipo assim? Ou de um que rouba o tênis sem marca e o dinheiro da condução de um operário na estação do trem às 6hs da manhã? Ou do motorista que desvia da sua faixa na direção de um quatro-patas para atropelá-lo?</p>
<p><a title="Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos Desigualdade entre os Homens" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21474151/discurso+sobre+a+origem+e+os+fundamentos+desigualdade+entre+os+homens" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.submarino.com.br/produto/1/21474151/discurso+sobre+a+origem+e+os+fundamentos+desigualdade+entre+os+homens?referer=');">J.J.Rosseau no Discurso Sobre a Origem da Desigualdade Entre os Homens</a> diz que o homem nasce bom, e a sociedade o perverte. É uma idéia, mas se é fato que nas sociedades mais pobres e menos justas essas pessoas proliferam como moscas, e a sociedade tem grande responsabilidade por essas crias deformadas, nas comunidades mais desenvolvidas esses criminosos “sem culpas”  também existem, e caímos num abismo se pensarmos que o homem já nasce mau,  porque  então vivemos num zoológico sem jaulas.</p>
<p>Agora, diferentemente desses monstros “sem culpas”, há os polidos e bem-vestidos, que lesam a pátria com suas “negociatas”, emprobrecendo todos os demais, e os que mentem descaradamente dizendo ao mundo que fizeram coisas que não fizeram nem têm condições de fazer, apropriando-se de direito autoral, e recebendo os louros que não lhes pertence. <span style="text-decoration: underline;">Ambos, quando não são psicopatas </span>(normalmente são), têm remorsos mais cedo ou mais tarde e até mudam o rumo de sua vidas, está cheio de exemplos conhecidos, mas nunca devolvem o que se apropriaram, nem dinheiros, nem a identidade roubada. Podem enganar suas mulheres, seus filhos, meia dúzia de amigos, vizinhos, e até um povo inteiro, por certo tempo, mas não a si mesmos.</p>
<p>Claro que se forem psicopatas vão dormir em paz até o último dia de suas vidas,  sortudos que são,  eximidos de culpas, se o destino não lhes reservar algo trágico dos lesados.</p>
<p>Não pude evitar de colocar os ladrões de direitos autorais entre os “imperdoáveis”, porque projetei e fiz obras que os proprietários usaram o meu conhecimento, talvez a minha arte, a minha dedicação, mentindo a todos os seus conhecidos como autores das suas fantasias. E penso nos milhares de cigarros que fumei, nas noites que fiquei acordado pra lhes dar o melhor de mim, no tempo todo que não soube; depois, no tempo que fiquei calado, porque a vida é pra frente. Talvez seja o mal de ser democrático, mas imaginava se tratar de casos  isolados, até que esta semana soube de mais um arquiteto de mentirinha. Pobre mundo doente!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paulovilela.com.br/vergonha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tem alguma coisa errada&#8230;</title>
		<link>http://www.paulovilela.com.br/tem-alguma-errada/</link>
		<comments>http://www.paulovilela.com.br/tem-alguma-errada/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 07:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulovilela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[efetividade]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[metrópole]]></category>
		<category><![CDATA[problema social]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.paulovilela.com.br/?p=295</guid>
		<description><![CDATA[Tem alguma coisa errada quando se passa horas dentro de um veículo sem se desejar. Há estatística e cálculo pra quase tudo, mas nunca vi nenhuma que se refira ao &#8220;tempo de vida médio&#8221; que se perde no trânsito. Então vou dizer: pra quem passa 2 hs por dia, de segunda à sexta respirando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem alguma coisa errada quando se passa horas dentro de um veículo sem se desejar.</p>
<p>Há estatística e cálculo pra quase tudo, mas nunca vi nenhuma que se refira ao &#8220;tempo de vida médio&#8221; que se perde no trânsito.</p>
<p>Então vou dizer:  pra quem passa 2 hs por dia, de segunda à sexta respirando o bafo dos outros,  gás carbônico, tetraetila de chumbo. Ou nos veículos particulares só o próprio bafo refrigerado e os dois últimos itens, fora o estresse&#8230; se viver 7O,  perdeu uns 5 ou 6  anos no trânsito.  Não perdeu porque respirou esse monte de coisas, como hipoteticamente se calcula os &#8220;anos a menos&#8221; dos fumantes, alcoólicos etc.</p>
<p>Talvez alguém não muito afeto a números e estatísticas se confunda com esse &#8220;perdeu&#8221;, então mudando as palavras,  digo:   &#8220;viveu&#8221; alegremente quase 10% de suas vidas dentro de um veículo.</p>
<p>E será que alguém já calculou os milhões de litros de combustível  gastos nessas condições?  Também que isso interessa? O departamento de trânsito, que tenta cuidar do caos, mas não cuida, não pertence ao Ministério de Minas e Energia, nem do Planejamento ou da Economia. Pra quem não sabe,  falo da cidade de S.Paulo, a cidade mais rica do país, onde tudo está ligado à  Prefeitura. Temos radares de todo tipo, câmaras, tudo bonitinho e monitorado pra nos avisar quantos quilômetros de lentidão tem a cidade a cada momento. Demais, não é mesmo?  Superdemocrático dividir conosco em tempo real os números da desordem ou incompetência.</p>
<p>As regras vão aumentando, o número de proibições, agora mesmo estão fiscalizando a poluição dos carros novos,  quer dizer auferindo a indústria automobilística. Quanto aos carros que poluem mesmo &#8230;&#8221; ah, deixa pra lá&#8221;. Tem se ouvido até novas idéias sobre rodízio&#8230;  Mas nada muda, quer dizer, muda. Só piora. Se alguém argumentar que não é só aqui, que em muitas cidades do mundo se passa o mesmo, tenho que admitir que estão certos, e repito que tem alguma errada nos nossos tempos!</p>
<p>Não trabalho com planejamento urbano, mas não posso admitir que não haja solução pra esse caos em S.Paulo, esse desperdício de vida e do planeta. A indústria não pára de vender carros, carro é objeto de desejo da maioria da população, e a maioria ainda não tem. Daqui a pouco vão proibir a circulação de veículos por dois dias, depois mais um.</p>
<p>Essas medidas são o visionário de acomodados com o pensamento ou de cérebros míopes. Outros pensam que a solução é metrô pra toda parte (falta muito pra isso). A única verdade é que  a população cresce, e as mega-soluções estarão sempre atrás dos mega-problemas. Não há outra saída que não seja penosa e dolorida, há que se ter coragem para mudanças profundas no hábito das pessoas, repensar sobre essa insanidade. E mudar. Ou a cidade diminui, nada provável, ou muda-se  o horário de funcionamento da cidade, diluindo-se o ir e vir nas 24 hs do dia. Ou outra idéia que não seja o restringir, de um lado,  o uso de veículos particulares,  e de outro incentivar a fabricação e a compra superfinanciada dos mesmos. Por que não se discute outras idéias? </p>
<p>Não havia vida noturna antes do invento da lâmpada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paulovilela.com.br/tem-alguma-errada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

