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	<title>Comentários sobre: Tem alguma coisa errada&#8230;</title>
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	<description>Arquiteto Pós-moderno</description>
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		<title>Por: Lais</title>
		<link>http://www.paulovilela.com.br/tem-alguma-errada/comment-page-1/#comment-377</link>
		<dc:creator>Lais</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jan 2011 20:39:20 +0000</pubDate>
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		<description>Engraçado... hoje msmo, dia 29/01, já depois do aumento do preço da passagem de ônibus aqui em São Paulo capital, minha filha , que acabou de tirar carta, fez  a seguinte conta : poxa, gastar quase 10 reais de passagem por dia ( pode ser mais se tiver que pegar metrô), para ficar num engarrafamento, amassado, com calor, sentindo bafo quente ( e geralmente fedido) no cangote....dá para entender porque assim que pode qualquer um sai correndo atrás de comprar um carrinho.....&quot;&quot;você vai ficar no trânsito, mas pelo menos ouve uma musiquinha, fica no  ar condicionado, pode dar uma carona para uns 2 ou 3 colegas, e se cobrar menos que o preço da passagem, sua gasolina ainda  pode sair de graça&quot;.... É duro, mas infelizmente são as opções que vão se apresentando ao paulistano...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado&#8230; hoje msmo, dia 29/01, já depois do aumento do preço da passagem de ônibus aqui em São Paulo capital, minha filha , que acabou de tirar carta, fez  a seguinte conta : poxa, gastar quase 10 reais de passagem por dia ( pode ser mais se tiver que pegar metrô), para ficar num engarrafamento, amassado, com calor, sentindo bafo quente ( e geralmente fedido) no cangote&#8230;.dá para entender porque assim que pode qualquer um sai correndo atrás de comprar um carrinho&#8230;..&#8221;"você vai ficar no trânsito, mas pelo menos ouve uma musiquinha, fica no  ar condicionado, pode dar uma carona para uns 2 ou 3 colegas, e se cobrar menos que o preço da passagem, sua gasolina ainda  pode sair de graça&#8221;&#8230;. É duro, mas infelizmente são as opções que vão se apresentando ao paulistano&#8230;</p>
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		<title>Por: Dorival Marques Filho</title>
		<link>http://www.paulovilela.com.br/tem-alguma-errada/comment-page-1/#comment-79</link>
		<dc:creator>Dorival Marques Filho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 23:50:39 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo Infelizmente &quot; brasileiro e apaixonado por carros&quot; lembro-me desta frase em um anuncio de alguma distribuidora de combustivel. Hoje muitos reconhecem as pessoas pelo carro e nao pelos seus feitos. entao e claro que cada vez mais brasileiros comprarao ou trocarao seus veiculos, somado ao incentivo do financiamento e a ganancia das vendas so vejo uma solucao: ou investe-se em educacao ou inventam-se veiculos que possam tambem voar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Infelizmente &#8221; brasileiro e apaixonado por carros&#8221; lembro-me desta frase em um anuncio de alguma distribuidora de combustivel. Hoje muitos reconhecem as pessoas pelo carro e nao pelos seus feitos. entao e claro que cada vez mais brasileiros comprarao ou trocarao seus veiculos, somado ao incentivo do financiamento e a ganancia das vendas so vejo uma solucao: ou investe-se em educacao ou inventam-se veiculos que possam tambem voar</p>
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		<title>Por: paulovilela</title>
		<link>http://www.paulovilela.com.br/tem-alguma-errada/comment-page-1/#comment-41</link>
		<dc:creator>paulovilela</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 15:56:16 +0000</pubDate>
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		<description>Vc tem razão quando diz em outras palavras que é fácil não dizer &quot;bom dia&quot; no lugar que as pessoas se escondem nos seus desamores. Perdeu-se a prática, falta humanidade nos humanos, falta amor, vivemos numa multidão de estranhos cheios de medo.  Diz-se que Da Vinci falava que ninguém poderia ser feliz nas cidades com mais de 5mil habitantes. Imagina...? 
Aqui no nosso país as cidades incharam, 50 anos atrás havia mais ou menos 90% das pessoas em z.rural e 10% nas cidades. Hoje é ao contrário. Alguns lugares do mundo, percebendo essa tendência, criaram muitos incentivos pra manter o homem no campo, subsidiando a agricultura etc., muito mais barato que o custo das desapropriações nas cidades com o alargamento das vias etc. Ou a construção de hospitais, aumento do judiciário, das prisões, só para os acidentados da violência decorrente dessa inversão geográfica. 
Quem quer viver no campo sem atrativos, sem trabalho, sem perspectivas? Escrevi sobre o trânsito, as horas perdidas, e creio que uma forma de &quot;diminuir&quot; a cidade é pulverizar os horários padrão do trabalho nas 24hs do dia, reescalonar tudo, outros hábitos, até que a cidade pare de crescer e dê tempo à outras soluções.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vc tem razão quando diz em outras palavras que é fácil não dizer &#8220;bom dia&#8221; no lugar que as pessoas se escondem nos seus desamores. Perdeu-se a prática, falta humanidade nos humanos, falta amor, vivemos numa multidão de estranhos cheios de medo.  Diz-se que Da Vinci falava que ninguém poderia ser feliz nas cidades com mais de 5mil habitantes. Imagina&#8230;?<br />
Aqui no nosso país as cidades incharam, 50 anos atrás havia mais ou menos 90% das pessoas em z.rural e 10% nas cidades. Hoje é ao contrário. Alguns lugares do mundo, percebendo essa tendência, criaram muitos incentivos pra manter o homem no campo, subsidiando a agricultura etc., muito mais barato que o custo das desapropriações nas cidades com o alargamento das vias etc. Ou a construção de hospitais, aumento do judiciário, das prisões, só para os acidentados da violência decorrente dessa inversão geográfica.<br />
Quem quer viver no campo sem atrativos, sem trabalho, sem perspectivas? Escrevi sobre o trânsito, as horas perdidas, e creio que uma forma de &#8220;diminuir&#8221; a cidade é pulverizar os horários padrão do trabalho nas 24hs do dia, reescalonar tudo, outros hábitos, até que a cidade pare de crescer e dê tempo à outras soluções.</p>
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		<title>Por: Vitorio Borella</title>
		<link>http://www.paulovilela.com.br/tem-alguma-errada/comment-page-1/#comment-38</link>
		<dc:creator>Vitorio Borella</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 14:36:07 +0000</pubDate>
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		<description>Paulão.

Você esta certo em tudo. Mas qual a solução?
Entramos pelo caminho errado, não sabemos fazer o retorno. Cidades deveriam ser como teatros, aviões, restaurantes, ter um número máximo de usuários. Grandes metrópolis são desumanas inevitávelmente, mas protegem o individuo da exposição, são ótimos esconderijos. Viver em pequenas comunidades pode parecer melhor, mas obriga o individuo a se relacionar, e se relacionar bem. São poucas as opções nas pequenas comunidades, portanto lá você tem que fazer tudo certinho senão se queima e se inviabiliza. Nos grandes centros o individuo é ninguém, não tem obrigações para com as outras pessoas só para com o governo e o patrão. Por isso prefere abrir mão das horas perdidas no transito, nas filas, nas burocracias inuteis mas como recompensa fica livre de ter que dizer bom dia para o vizinho.
Nós que somos estrageiros nesta terra, que baixamos nela apenas em esporádiacas visitas, achamos tudo muito louco. Mas ouso dizer, nós, adiantes que estamos no caminhar dessa humanidade tola, podemos apenas rir desse simulacro de vida que levam e defender nos fronteiras contra seus pares.
Abração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulão.</p>
<p>Você esta certo em tudo. Mas qual a solução?<br />
Entramos pelo caminho errado, não sabemos fazer o retorno. Cidades deveriam ser como teatros, aviões, restaurantes, ter um número máximo de usuários. Grandes metrópolis são desumanas inevitávelmente, mas protegem o individuo da exposição, são ótimos esconderijos. Viver em pequenas comunidades pode parecer melhor, mas obriga o individuo a se relacionar, e se relacionar bem. São poucas as opções nas pequenas comunidades, portanto lá você tem que fazer tudo certinho senão se queima e se inviabiliza. Nos grandes centros o individuo é ninguém, não tem obrigações para com as outras pessoas só para com o governo e o patrão. Por isso prefere abrir mão das horas perdidas no transito, nas filas, nas burocracias inuteis mas como recompensa fica livre de ter que dizer bom dia para o vizinho.<br />
Nós que somos estrageiros nesta terra, que baixamos nela apenas em esporádiacas visitas, achamos tudo muito louco. Mas ouso dizer, nós, adiantes que estamos no caminhar dessa humanidade tola, podemos apenas rir desse simulacro de vida que levam e defender nos fronteiras contra seus pares.<br />
Abração.</p>
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